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O relacionamento com Deus deve ser o relacionamento que você mais deve investir. É o relacionamento mais importante da sua vida.
— Hannah Karen (via adoradoras)




O relacionamento com Deus deve ser o relacionamento que você mais deve investir. É o relacionamento mais importante da sua vida.
— Hannah Karen (via adoradoras)


Não menina. Você não precisa dele. Precisa de Deus na sua vida.
Nick (via eu-escolhir-deus)


Porque eu sou assim, meio esquisita, muito romântica, um pouco atacada, nada perfeita e um tanto dramática. E se isso não foi suficiente para você, meu amigo, então você nunca vai ser suficiente para mim.
Clarissa Corrêa.   (via realistar)




Eu tinha esquecido como era gostar de alguém. Não, calma, deixa eu por nas palavras certas: eu não esqueci como era gostar de alguém, eu nunca realmente gostei de alguém. Robin, se eu fosse você, eu já teria batido a porta e ido embora a muito tempo. Porque eu posso ser o cara certo pra esse tipo de garota que procura por um cafajeste mentiroso, mas não pra uma guria tão segura consigo mesma quanto você. Segura por fora, e insegura por dentro. E tu sempre foi o tipo de guria que só fica com caras da sua idade, aqueles que tu pode apostar tuas fichas porque sabe que vai ter resultado. Comigo tu não teve nem expectativa, e eu não nego que tu fez bem. Olha bem, cara, eu te conheci num bar, e você bebia suco de maçã com gelo. E eu pedi logo três cervejas, ambas pra mim. Eu ainda sou o tipo de cara que tu despreza, Robin, a diferença é que você ainda tenta achar uma ponta de algo bom em mim. E eu ainda procuro ser o pior possível. Tu odeia esse tipinho de gente que se mete na tua vida, e eu odeio esse tipinho de gente que entra na minha vida. E, na real, não era um ódio muito grande porque nunca deixei ninguém passar por ela. Então meio que… É um tipinho que só tu tem. É tipinho seu, e tu nem faz meu tipo. Eu não costumava prestar atenção nessas gurias que bebem suco num bar, e olhei pra você. Enquanto você olhava pras minhas cervejas e revirava os olhos. Eu nunca, Robin, vou aprender a lidar com os nossos ambos lados. E eu nunca vou fazer o teu tipo de cara, que tem a vida e a mente arrumadas e planos pro futuro. Eu vou ser o cara que bota as meias na gaveta de cuecas, e que deixa os perfumes sem tampas. O cara que vive no impulsivo, e que você nunca vai admitir curtir um tipo assim. Mas eu nem preciso que tu admita, porque eu me lembro bem de ver você sussurrando no ouvido na tua amiga, perguntando quem eu era. Perguntando quem era aquele cara com as três cervejas na mão, e perguntando se ele frequentava aquele bar sempre. E tua amiga disse que sim, mas que eu era um babaca. E desde aquele dia, tu aparecia sempre naquele bar e pedia um copo de cerveja. E eu pedia aquela droga daquele suco de maçã, porque foi nosso jeito de dizer “oi”. Foi sim, o jeito mais estranho que a gente encontrou. Mas terminar o dia lembrando como era curtir alguém, sem nem descrever como era te dizer oi… Valia todo aquele meu esforço pra não pedir uma cerveja.
robin and stubb.  (via alentador)


2 weeks ago, 1,411 notes - reblog this
via alentadortajmahhal)


Seria mais alegre e romântico um discurso assim: Ela: “prometo nunca sair da cama sem antes dar bom-dia, deixar você ver os jogos de futebol na tevê sem reclamar, ter paciência para ouvir você falar dos problemas do escritório, ter arroz e feijão todo dia no cardápio, acompanhar você nas caminhadas matinais de sábado, deixá-lo em silêncio quando estiver de mau humor, dançar só pra você, fazer massagens quando você estiver cansado, rir das suas piadas, apoiá-lo nas suas decisões e tirar o batom antes ser beijada”. Ele: “prometo deixar você sentar na janelinha do avião, emprestar aquele blusão que você adora, não reclamar quando você ficar quarenta minutos no telefone com uma amiga, provar a comida tailandesa que você preparou, abrir um champanhe no final de tarde de domingo, assistir junto o capítulo final da novela, ouvir seus argumentos, respeitar sua sensibilidade, não ter vergonha de chorar na sua frente, dividir vitórias e derrotas e passar todos os Natais do seu lado”.
Martha Medeiros.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)


Math, me desculpa por te escrever de novo, é que quando te olho nos olhos eu vejo dor e esperança. É estranho e encorajador. Me dá vontade de ficar por perto. Seu coração parece ser bom. E não sei se te parabenizo ou te abraço e choro contigo. O meu coração ainda dói um pouco. Sinto como se tivessem esvaziado meu reservatório de amor por pelo menos uns 2 anos. Eu sei que você sabe como me sinto. Um amigo me falou que ainda existem pessoas “de verdade” por ai, mas elas estão amando as pessoas “de mentira”. Ele deve ter razão. Espero que, como eu, elas tenham o colo de alguém pra desabar. E que tenham sempre força pra recomeçar. Porque o mundo tá lotado de gente ruim. As vezes eu deito e me pergunto quando tudo isso vai acabar. Math, eu não tô mal. Hoje eu até ri bastante. E me sinto feliz de verdade. Sem aquela ansiedade estranha de que tudo aquilo pode acabar. Feliz comigo, entende? Mas de vez em quando uns lapsos de memória me machucam. No meio do riso. No final do filme. Na introdução daquela música do Henrique Cerqueira. Mas sabe aquela ferida exposta? Tá quase completamente cicatrizada. Ainda bem que tudo passa, Math. Ainda bem.
A menina e o violão.  (via alentador)


E hoje eu digo: quem me perde, perde o luxo e o prazer de ter na vida alguém tão ilustre e único como eu.
Gabito Nunes. (via setembros)